Ao procurar informações sobre o ditado popular “o bom
cabrito não berra”, encontrei um texto de Paulo Coelho do qual, diga-se de
passagem, não sou fã, mas respeito sua obra. Escreveu ele em 23/10/2010, em sua
Mensagem do Dia, no G1: “O guerreiro da
Luz nunca esquece o velho ditado: o bom cabrito não berra. As injustiças
acontecem. Todos são envolvidos por situações que não merecem, geralmente
quando não podem se defender. Nestas horas, o guerreiro fica em silêncio. Não
gasta energia em palavras, porque elas não podem fazer nada. É melhor usar as
forças para resistir, ter paciência, e saber que Alguém está olhando. Alguém
que viu o sofrimento injusto, e não se conforma com isto. Este Alguém dá ao
guerreiro o que ele mais precisa: cedo ou tarde, tudo voltará a trabalhar a seu
favor. Um guerreiro da luz é sábio, não comenta suas derrotas".
Não há motivo para ficar carregando o peso de adversidades, injustiças, falsidades. Tanto é assim, que também encontrei algo que por si só, explica essas situações e as palavras surgem, deste sim, um gênio da língua portuguesa, Machado de Assim, em "Quincas Borba": "Ao vencedor as batatas".
E nada mais precisa ser dito.
Não há motivo para ficar carregando o peso de adversidades, injustiças, falsidades. Tanto é assim, que também encontrei algo que por si só, explica essas situações e as palavras surgem, deste sim, um gênio da língua portuguesa, Machado de Assim, em "Quincas Borba": "Ao vencedor as batatas".
E nada mais precisa ser dito.
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