sábado, agosto 09, 2014

DIA DOS PAIS


O Dia dos Pais teve sua origem na antiga Babilônia, há mais de 4 mil anos. Um jovem chamado Elmesu moldou e esculpiu em argila o primeiro cartão que desejava sorte, saúde e longa vida a seu pai. A tradição permaneceu e foi levada adiante por diversos povos e civilizações. Eis a mensagem: “Pai tenho em você a figura de um mentor, seu exemplo moldou minha personalidade e me transformou no homem que hoje sou. Desejo saúde e vida longa a ti meu Mestre, meu senhor, meu Pai”.
Em Portugal, é comemorado o Dia do Pai em 19 de março, uma homenagem a São José. Nos Estados Unidos a data é comemorada no terceiro domingo do mês de junho.
Seja com uma intenção comercial ou não, qualquer que seja o dia ou época do ano, o importante é homenagear sempre com carinho, através de um abraço, um presente, ou uma lembrança amorosa do inesquecível ente querido. 
Feliz Dia dos Pais!

domingo, julho 13, 2014

A COPA NO DIVÃ.


- Lembro sim. A de 1958 ouvi pelo rádio, ainda na casa da rua Borges, 126, na Vila Macuco, em Santos. Recordo a festa que fizeram na final, os fogos de artifício, as pessoas comemorando a vitória dos nossos craques na Suécia. O Brasil, campeão do mundo pela primeira vez. Os mais chegados à uma bebidinha se reuniam na esquina com a 28 de setembro, no bar do Santiago ou no Aliança, um em frente ao outro, separados pela rua e pelos trilhos do bonde.
Deitado no divã da doutora Ana Lisa, minha terapeuta, eu respondia à pergunta sobre qual a Copa do Mundo inesquecível para mim.
- Inesquecível, doutora, talvez porque não vi, ouvi pelo rádio e imaginei. Einstein disse que “a imaginação é mais importante do que o conhecimento”, não é isso?
- É verdade seu Dedé, gostei dessa  – respondeu, quase a sorrir.
Fazia algum tempo que eu não ia ao consultório e lá estava eu, justamente nesta época e com o Brasil fora da final.
- O senhor acompanhou os jogos, ficou nervoso?
- Assisti sim a quase todos e, quando era jogo da nossa seleção, não tinha jeito... os nervos também entravam em campo.  –Respondi, já esperando pela bronca.
- Mas o senhor sabe que não deveria se envolver em demasia, não pode permitir que o futebol seja o estopim para uma explosão emocional.
- Difícil, muito difícil, doutora. Prá quem gosta do esporte é praticamente impossível ficar alheio. Ainda mais, houve aquele período pré-Copa onde os “coxinhas” jogavam futebol e política no mesmo gramado e deitavam falação: “Não vai ter Copa”, “A Copa no Brasil vai ser um fracasso”, “O Brasil não tem condição de fazer um evento desse nível”...
- “Coxinha?”  – ela perguntou um tanto intrigada.
- É, “coxinha”  - e não consegui conter um sorriso.  – “Coxinha” está sendo usado no sentido depreciativo. Uma referência às pessoas que preveem e veem tudo de forma negativa e criticam sem, na verdade, ter noção do que falam.  – expliquei de uma forma mais simples.
- Entendo  - disse, se fazendo de desentendida -  e agora, que tudo terminou, o senhor está mais tranquilo?
- Tranquilo sim e até com uma ponta de orgulho pelo sucesso do torneio em nosso país, mas não conformado. E a culpa é do técnico da jaqueta azul!
- Jaqueta azul?
- Isso, ele a usava nos jogos: um amuleto que acreditava dar sorte...
- Imagino se não desse...e mais, eu mesma que não entendo de futebol, sei que planejar, convocar os melhores, treinar, são requisitos indispensáveis para o sucesso na atividade esportiva.
- Ah, doutora, mas havia também os 7 degraus...
- O que seria isso?
- O técnico se referia aos 7 jogos da Copa, fazendo uma analogia à subida dos degraus de uma escada. Na teoria, um incentivo que, na prática, terminou mesmo em 7, nos 7 gols da Alemanha.
O silêncio tomou conta da sala e percebi que estava na hora de encerrar a conversa. Levantando-me do divã, percebi que ela sorria, como a concordar com o que eu havia dito.
- Até a próxima, doutora.
- Até, seu Dedé, só espero que não seja daqui a quatro anos...
Já na rua, caminhei em direção ao fim de tarde no clima melancólico do humilhante e inesquecível desempenho da seleção. Inesquecível sim, tal àquele de 1958, onde a imaginação deu o tom, mas não qual à esta onde, ao vivo, assisti à uma atuação lamentável, decepcionante, vexatória.  

segunda-feira, julho 07, 2014

VIVER EM PAZ.

A vida do homem está repleta de conflitos. São desencontros, discussões, problemas, brigas. O cotidiano está impregnado de violência e essa violência nos desumaniza. Nossa opção, talvez a única, é ser superior, escolhendo como certo o caminho do diálogo, da razão e do mútuo entendimento, jamais a trilha da violência. 
Infelizmente o homem vem preferindo o pior, o sofrimento impera porque a violência é abrangente. Poderíamos dizer que se trata de uma triste experiência da humanidade. Não conseguimos medir a intensidade e a frequência do mal. 
Acreditemos, portanto, na eficácia do diálogo, esquecendo os procedimentos humanos irracionais. 
Viver em paz: nosso  objetivo de vida que liberta e lidera o diálogo e a negociação.

domingo, junho 22, 2014

AS FESTAS JUNINAS.


Talvez você não saiba, mas a origem das comemorações desta época do ano, as chamadas Festas Juninas, é anterior à era cristã. No hemisfério norte, várias celebrações pagãs aconteciam durante o solstício de verão,   o dia mais longo e a noite mais curta do ano, 21 ou 22 de junho. Os celtas e os egípcios organizavam rituais pedindo fartura nas colheitas.
No hemisfério sul, simetricamente, ocorre o solstício de inverno. Trazidas pelos portugueses para o Brasil, no período colonial, as festas receberam inicialmente nome de “joaninas”, referente a São João, posteriormente “juninas”, porque acontecem em junho, quando três santos católicos são homenageados: Santo Antônio (dia 13), São João Batista (dia 24) e São Pedro (dia 29). 
Considerado o “Santo Casamenteiro”, Santo Antônio é o primeiro homenageado do mês. São João, o “santo festeiro” tem em seu dia muitas festas, com danças e símbolos: a fogueira, o mastro, os fogos, a capelinha. Já São Pedro, pescador do lago de Genezareth e apóstolo, é cativado e homenagedo pela sua história pessoal, de origem humilde, visto como fundador da Igreja Católica e o primeiro Papa.

domingo, maio 25, 2014

BOM DIA!

Mais um dia que surge, tudo desperta para a vida, para as atividades. Um “bom dia” tanto pode ser uma saudação rotineira como pode estar repleta de significado. Valorize o seu “bom dia” e, antes de desejá-lo a alguém, dirija-o primeiro a você. Abra um sorriso, esqueça o que passou. O rotineiro nos absorve, as dificuldades existem para serem enfrentadas, faça isso com determinação e coragem; a serenidade é reflexo da paz interior.  Siga em frente, sempre!

Abrace a vida e você verá como o milagre da vida acontece.